Carta a duas guerreiras

Carta a duas guerreiras Fernanda Tardim e Gilda Arantes, boa tarde ... e a tarde é bela e boa nesse momento de céu azul no Rio de Janeiro, que ficou ainda melhor e mais bela para mim, ao ler as palavras amigas com que me brindaram. Como não me envaidecer diante de elogios de duas bravas guerreiras, combativas pela gente brasileira e dedicadas de corpo e alma a essa luta fantástica de não permitir com que o homem se desumanize, nem se sinta na solidão dos abandonados, dos sem voz? Confesso que peco esse pecado, que não sei se venial ou mortal, me deliciando por alguns momentos na crença passageira de que sou tudo isso que me brindam com suas palavras. Mas é por um átimo. Apenas. Logo minha alma se alerta de que somos, eu e ela, um reflexo de pessoas como vocês, com quem fui aprendendo ao longo da vida, ao longo de décadas de uma forma mais coloquial e, na última década e meia, também virtualmente. Somos ...