27 janeiro 2007

Impossibilidades



Impossibilidades


por Paulo da Vida Athos*




Impossível descrever o amor.
Mas se eu tentasse,
diria que nele há um pouco de ti
em tudo.


De tuas digas,
de teus carinhos,
do cheiro de tua pele,
do perfume te teus ais,
desses encantamentos todos
que com graça e liberdade,
pude até agora viver.

Porque o amor é como a liberdade:
impossível de se ver,
intocável em sua essência,
perceptível apenas nos sentidos.

Não tenho como descrever
o amor ou a liberdade.

Posso vivê-los, no nós.
Mas não sei como vivê-los, sem nós.


*Paulo R. de A. David
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